- interessante essa coisa de ficar a doze andares do chão e a treze do céu, tendo a praça da podroviária como limiar de horizonte e, como "vizinhos", um templo que come e defeca fanáticos que sequer sabem o que é o reino "d'ele"... entre tantas outras coisas que (de)compõem a corrente sanguínea do órgão sem corpo-cidade, ainda pretendo descobrir como se imita uma ambulância sem torcer o rabo de um gato que passa o(s) dia(s) e a(s) noite(s) grudando o nariz - porque não tem focinho...- no vidro da janela...
(ao som de uma orquestra de buzinas mesclada com música funk-carioca e sirenes de coisas-sem-nome)
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de
seumponto em
Papel em Gotas